Live da Tchê Previdência discute o impacto da pandemia na previdência complementar

Live foi realizada dia 26 de maio

A primeira Live da Tchê Previdência, no fim da tarde desta terça-feira, 26, discutiu Previdência vs Pandemia: como a pandemia vem afetando os ativos, passivos e o comportamento dos participantes dos planos de Previdência Complementar.

A Live teve a mediação de Cezar Henrique Ferreira, Diretor Superintendente da Fapers e Diretor Presidente da Tchê Previdência. Transmitida pelo canal da Tchê no YouTube, a conversa contou com a participação de Bernardo Nunes, cientista de dados da Growth Tribe Academy, especialista em comportamento do consumidor, doutor em Economia pela University of Stirling (Reino Unido); Giancarlo Giacomini Germany, atuário, especialista em finanças pela Financial Management & Capital Markets New York Institute of Finance., Diretor do IBA e Diretor Executivo da Mirador e Marco Martins, Doutor em Administração com ênfase em finanças e professor no Dep. de Ciências Contábeis e Atuariais da Faculdade de Economiada UFRGS.

Primeiro a falar, Marco Martins, exaltou a necessidade de planejar. E planejar é, para Martins, ter um plano de contingência, ou seja, organizar “a casa” justamente quando o momento for bom. Na avalição de Martins, esse é o momento ideal para fazer caixa e criar esse planejamento de forma mais consistente.

O atual cenário é dramático em várias frentes, mas entidades de previdência devem aproveitar a oportunidade para recompor posições. Nesse momento, Martins reforçou que “é preciso ter racionalidade. Você precisa ter calma e não sair vendendo posições”, destacou. Além disso, “nós temos uma paixão muito grande por liquidez. O brasileiro se acostumou a ganhar dinheiro com uma taxa alta e com muita liquidez”, explicou. Martins salienta que é necessário ter uma carteira equilibrada, com ativos de liquidez curta, média e também alta.

Para ele, a palavra-chave é planejamento. “O investidor de longo prazo é um corredor de maratona”, disse. Ele precisa planejar todo o percurso, visando o longo prazo. Planejar é se antecipar a cenários como este. Por natureza, entidades de previdência não alocam todos os seus recursos em bolsa. A carteira dos fundos é diversificada e, por possuir ativos de renda fixa, reduz significativamente os riscos em momentos de crises cíclicas.

A atuário e diretor executivo da Mirador, Giancarlo Germany, enfatizou o propósito do segmento de previdência complementar mirar o longo prazo, e que essa característica é uma das condições que fazem do segmento um investimento seguro e atrativo aos participantes. Giancarlo lembrou que esta não é a primeira crise que atravessamos, embora seja uma das mais graves. Como nas anteriores, os investimentos devem se recuperar com o tempo.

De acordo com o atuário, “o fundo de pensão tem uma série de proteções e amarras para que a gente não tenha uma exposição severa ao risco”.  Ele destacou que não se tem notícia de uma entidade fechada de previdência complementar que não esteja pagando benefícios regularmente, o que mostra a solidez do sistema. “Pelo contrário”, explica Giancarlo, inclusive “existe um levantamento feito pela Superintendência de Previdência Complementar que diz que os fundos de pensão possuem liquidez suficiente para garantir o pagamento dos benefícios durante toda a pandemia”.

A expectativa do atuário é que a recuperação ocorra gradualmente conforme novas soluções para lidar com a pandemia vão sendo tomadas, como vacinas e medidas de saúde que impeçam a disseminação do vírus. Além disso, para Giancarlo, é preciso pensar onde estaremos posicionados para quando a crise acabar.

A fala do cientista de dados Bernardo Nunes focou em aspectos comportamentais. Em momentos de incerteza, o comportamento dos consumidores mostra alguns fatores claros. No entanto, Bernardo chamou a atenção para o fato de que em países onde existe seguridade social bem definida as pessoas conseguiram reagir melhor aos efeitos da pandemia. Isso por que os anseios e medos que toda crise traz é reduzido por esse suporte oferecido pelos sistemas de seguridade destes países.

É preciso planejar entendendo esse contexto. De acordo com Bernardo, “as pessoas têm duas vezes e meia mais sensibilidade à perda do que a ganhos de mesma magnitude”. Psicologicamente perdas têm muito mais impacto. O que vale, claro, aos investidores. Nesse sentido, Bernardo recomenda que sejam pensadas a criação de mecanismos para que as pessoas poupem sem perceber que elas estão poupando. “É preciso tirá-las da inércia”, salientou.

Em relação às indústrias, o cientista citou a Uber, empresa que teve um grande impacto negativo no seu negócio principal, mas ao mesmo tempo já tinham desenvolvido a Uber Eats, que compensou as perdas que teve com a economia compartilhada no sistema de transporte do aplicativo. Justamente o setor de alimentos é um dos que oferece melhor resposta a crise causada pelo novo coronavírus.

Bernardo salientou, ainda, que em momentos como este a comunicação é fundamental.  Enfatizar aspectos como  a possibilidade de recuperação econômica em função da natureza de longo prazo dos planos de previdência, por exemplo, pode auxiliar os participantes a entenderem o aspecto conjuntural que a pandemia traz. Não assistiu? A live está disponível no canal da Tchê Previdência no YouTube. Clique aqui para assistir.

Ver mais

26.5 – Live Tchê Previdência

Como a pandemia vem afetando os ativos, passivos e o comportamento dos participantes dos planos de Previdência Complementar

26/05/2020 às 17hs
Ao vivo pelos canais da Tchê Previdência no YouTube e no Facebook

Bernardo Nunes
Cientista de dados Growth Tribe Academy, especialista em comportamento do consumidor, doutor em Economia pela University of Stirling (Reino Unido)

Giancarlo Giacomini Germany
Atuário, especialista em finanças pela Financial Management & Capital Markets New York Institute of Finance., Diretor do IBA e  Diretor Executivo da Mirador 

Marco Martins
Doutor em Administração com ênfase em finanças e professor no Dep. de Ciências Contábeis e Atuariais da Faculdade de Economiada UFRGS

Mediação de Cezar Henrique Ferreira
Diretor Superintendente da Fapers e Diretor Presidente da Tchê Previdência

Faça sua inscrição para receber o link de acesso a transmissão

Ver mais

Websession com CIO da RPS Capital

É com grande satisfação que a Tchê Previdência em parceria com a RPS Capital, convida para uma Websession com Paolo Di Sora, CIO da RPS Capital, que possui uma filosofia TOP-Down Macro Setorial. O palestrante abordará o cenário global e local, os desafios e as oportunidades para RV em tempos de COVID-19.

O evento ocorrerá nesta 4ª feira, 13/05, às 15:30, por meio deste link.

Ver mais

Divulgação: Curso de Escrituração Contábil Digital com Edgar Grassi

A Tchê Previdência divulga o Curso de Escrituração Contábil Digital ECD (SPED CONTÁBIL), com o professor Edgar Grassi. Com carga horária de 4 horas, a aula será totalmente online e será lançada no dia 7 de maio. O curso é uma realização da Way Educação em parceria com a ANCEP – Associação Nacional dos Contabilistas das Entidades de Previdência.

Sobre o professor: Edgar Grassi é Diretor de Administração e Seguridade da CBS Previdência, Presidente do Conselho Fiscal ABRAPP/SINDAPP/ICSS/UNIABRAPP.

Para inscrições, acesse: http://tiny.cc/spedcontabil

Conteúdo programático:

– Arcabouço Legal

– Análise dos leiautes do SPED Contábil

– Blocos e Registros obrigatórios

– Preenchimento/Validação/Importação da ECD

– Demonstrações Contábeis da ECD

– Assinatura/Envio/Penalidade

Valor: R$ 260,00

Ver mais

Postergação das prestações dos empréstimos junto à FAPERS

Diante da situação de calamidade pública que assola o país e o mundo em razão da pandemia do novo Coronavírus (COVID-19), com severas consequências não apenas na saúde pública, mas também na economia geral do país, sobretudo nas finanças pessoais, a FAPERS resolve conceder a opção de postergação do pagamento de parcelas dos empréstimos já contratados junto a esta fundação.

A opção de postergação do pagamento de prestações mensais em vigor será por um prazo de 3 (três) meses subsequentes, as quais serão realocadas para o final do contrato, com a aplicação da atualização dos encargos contratais no saldo devedor.

A opção deve ser formalizada pelo participante ao e-mail em*********@fa****.br até o dia30/04/2020 para a postergação dos 3 (três) meses iniciar na prestação de maio, até dia 29/05/2020 para iniciar na prestação de junho e até dia 30/06/2020 para iniciar na prestação de julho.

Caso precise de  mais informaçõesentre em contato  pelo e-mail em*********@fa****.br ou pelo telefone (51) 3231-7444.

Diretoria Executiva

Ver mais

Tchê Previdência realiza assembleia com representantes das associadas

Realizada no dia 12 de março de 2020, na sala de reuniões da Fapers – Fundação Assistencial e Previdenciária da Extensão Rural no RS, a Assembleia com os representantes das associadas se encontrou para deliberar sobre aspectos de gestão da Tchê. Conduzida pelo Presidente em exercício da Tchê, Cezar Henrique Ferreira, o encontro teve na pauta do dia a aprovação do balanço e das demonstrações contábeis de 2019, o debate sobre o Plano de Trabalho para 2020 e da Proposta Orçamentária 2020, entre outros assuntos de ordem administrativa e fiscal.

Na reunião, além das falas expositivas a respeito das demonstrações contábeis feitas pelo contador Ricardo Marcos Galvan, os representantes das entidades associadas presentes puderam avaliar e discutir ideias para os tópicos em pauta. Outro tópico colocado em debate na reunião, ainda que em caráter avaliativo, envolve um projeto a respeito da Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD. Discutiram-se também outras ações de educação financeira, sendo uma destas um curso na modalidade EAD. O Diretor Gilmar Peres apresentou a proposta orçamentária para o ano de 2020 que foi provada por unanimidade.

A assembleia contou ainda com a participação de Magdarlise Dal Fiume Germany, diretora da Mirador, empresa responsável pela Comunicação da Tchê, que juntamente com o Presidente Cezar Henrique  Ferreira,  apresentaram   o planejamento de ações e campanhas programadas para os próximos meses. Uma destas é o lançamento deste site, já concluído. O site possui recursos multimídia, área restrita  e um visual de fácil navegação. Além disso, será possível manter métricas atualizadas de todo o tráfego que passar por ele, auxiliando os dirigentes a mapear e gerar conteúdos e ações cada vez mais alinhadas às necessidades dos participantes ativos, assistidos e pensionistas das entidades integrantes da associação.

Ver mais

Marsche Investimentos discute o cenário dos fundos imobiliários em evento com apoio da Tchê Previdência

O evento, realizado pela Marsche com apoio da Tchê Previdência, aconteceu no auditório da Fundação Família Previdência, no centro de Porto Alegre, no dia 13 de março

Após a introdução de Cezar Henrique Ferreira, Presidente da Tchê e Diretor Superintendente da Fapers, a palestra foi conduzida em dobradinha pelos executivos da Capitânia S/A., Arturo Profili (Gestor) e Carlos Simonetti (Relações com Investidores).

Para Arturo, “se existe um tipo de investidor que pode se beneficiar de uma crise são os fundos de pensão”, afirmou, antes de iniciar uma introdução sobre a legislação atual dos FIIs (Fundos de Investimentos Imobiliários) e dos fundos de pensão. O executivo apontou que o crescimento do número de fundos imobiliários tende a se estabilizar no Brasil no futuro, mas que ainda serão criados muitos fundos antes de chegarmos nessa fase, com espaço longo ainda para o aumento do patrimônio e do valor de mercado dos fundos. Salientou ainda que, no Brasil, o número de cotistas em FIIs deve superar o da bolsa.

No âmbito global, ficou para Carlos falar sobre o mercado americano, os veículos de investimento imobiliário dos quais ele dispõe e as suas principais diferenças em relação ao mercado brasileiro. Nesse contexto, duas grandes diferenças são conhecidas: nos EUA é autorizado o pedido de empréstimo para operar alavancado. No mercado brasileiro esse dispositivo é muito mais complicado de ser ativado, pois nosso mercado é muito mais conservador. “Alavancagem é exceção”, destaca o gestor. Além disso, o mercado americano é muito mais diversificado, tanto setorial quanto geograficamente.

Essas diferenças, no entanto, são oportunidades para o investidor e demonstram que o espaço de crescimento dos fundos é imenso. De 2011 até a data de publicação deste texto, o número de fundos no Brasil saltou de 69 para 220. Com isso, o amadurecimento dessa classe de ativos é um processo em andamento e que vem ocorrendo de maneira gradual no país.

Os palestrantes chamaram também a atenção para o fato de que, diante do atual cenário global trazido pelo Covid-19, os preços dos ativos estão ainda mais baixos, mas o mercado brasileiro já vinha sofrendo uma correção de preços, o que é absolutamente normal. Quem entrou este ano na bolsa não deve se assustar. “O mercado imobiliário é cíclico, hoje estamos em um processo de recuperação, de correção de preço dos ativos”, reforçou Carlos.

Ver mais

Investimentos no Exterior é tema de palestra em evento promovido pelo Banco Safra em parceria com a Tchê Previdência

Evento contou apresentação de Lúcio Rebouças, Gerente de Portfólio do Safra Asset Management

O Café da Manhã da Safra Asset Management, que aconteceu na última quinta-feira, dia 7 de fevereiro, no Auditório da Fundação Família Previdência, em Porto Alegre. O evento foi fruto de uma parceria com a Tchê Previdência – Associação Rio-Grandense de Entidades Fechadas de Previdência Complementar.

Após a introdução de Gilmar Caldas Peres, Diretor Executivo da Tchê e também Contador da INDUSPREVI, e de Vanderlei Silva, do Banco Safra, para falar sobre opções de Investimentos no Exterior, a palestra de Lúcio Rebouças, Gerente de Portfolio do Safra Asset Management, abordou a conjuntura política e econômica do cenário global, com foco na necessidade de atração de investimentos e em algumas características que diferenciam, a partir da economia, os Estados Unidos, a Europa e os países emergentes.

Como buscar o equilíbrio nos investimentos tendo em vista o atual cenário macro político repleto de tensões (EUA/Irã) e imprevistos (Coronavírus) que alteram a dinâmica do mercado? Para Lúcio, a resposta passa por atrair investimentos para o país, investir em saúde e educação, poupança, livre comércio, livre circulação de capitais e sistemas regulatórios robustos.

“Estas são algumas das principais diferenças entre os países desenvolvidos e os emergentes, sendo que os países do primeiro grupo reúnem essas características e os do segundo, não”, disse o especialista. E completa: “Mas como buscar esse crescimento? Crescimento da força de trabalho e crescimento da produtividade.  E qual o instrumento dá acesso a esse crescimento? Equities”.

Além disso, o palestrante falou sobre diversos aspectos que podem afetar a rentabilidade dos investimentos de um fundo, tais como mobilidade de capitais, exposição cambial e os ciclos de consumo e industrial. Na opinião do palestrante, é preciso olhar atentamente para estes ciclos para definir uma estratégia de investimentos e escolher os melhores setores para alocar os recursos.

Ver mais

9ª edição do evento promovido pela Tchê Previdência

“DESAFIOS E OPORTUNIDADES NA CONSTRUÇÃO DE UM FUTURO SUSTENTÁVEL”

O Encontro de Previdência Complementar – Região Sul tem como objetivo ampliar o conjunto de informações sobre previdência complementar, ressaltando sua importância como instrumento de bem estar social e lastro de estabilidade para a economia do país.

A 9ª edição do evento será promovida pela Tchê Previdência, associação que reúne 10 EFPCs do Rio Grande do Sul: Fundação CEEE, Fundação BANRISUL, ISBRE, Fundação CORSAN, INDUSPREVI, FAPERS, DANAPREV, RANDONPREV, RBSPREV e OABPREV-RS.

Este ano, o Encontro espera 350 participantes entre dirigentes, colaboradores e conselheiros de Fundos de Pensão do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e será dividido em três eixos temáticos, com diferentes painéis e temas para discussão:

• Eixo 1: FUTURO E INOVAÇÃO
• Eixo 2: GESTÃO DE ATIVOS
• Eixo 3: GOVERNANÇA, CONTROLE E REPUTAÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE

Eixo 1: FUTURO E INOVAÇÃO
Um olhar para a sustentabilidade do nosso mercado

A tecnologia está modificando o comportamento da sociedade. Jamais observamos mudanças tão profundas e um dos impactos mais importantes são as novas relações de trabalho.

Nesse contexto, debateremos propostas para o futuro da previdência complementar enfatizando a necessidade de inovação, a oferta de novos produtos e atrativos para os atuais e novos participantes, de todas as faixas etárias. Além disso, apresentaremos os cenários tendo em vista o projeto de reforma da previdência, a legislação atual e suas possíveis alterações.

Temas que serão abordados:

• Impactos da disrupção tecnológica no mercado
• As relações de trabalho e a geração millennials
• O jovem e sua adesão à previdência complementar: como motivá-lo?
• Novos produtos na previdência complementar: propostas e possibilidades
• Planos atuais: é possível inovar? (uma visão legal e atuarial)
• A inovação necessária com o uso de novas tecnologias
• Os produtos concorrentes: clubes de investimentos e fintechs

EIXO 2: GESTÃO DE ATIVOS
Desafios e Perspectivas
Discutiremos o atual estágio da economia, perspectivas de médio e longo prazo no cenário global e os impactos para as aplicações financeiras. Também falaremos sobre o desempenho das aplicações das entidades no atual momento econômico e as competências necessárias para os participantes do processo decisório de investimentos das EFPCs.

Temas que serão abordados:

• A economia nacional: perspectivas para 2018 e anos seguintes
• Os fundos de previdência complementar e sua importância para a economia do país
• Perspectivas de investimentos no cenário nacional e mundial
• O perfil do gestor de investimentos das EFPCs, considerando o momento atual e as perspectivas de resultado de médio e longo prazo

Eixo 3: GOVERNANÇA, CONTROLE E REPUTAÇÃO PARA SUSTENTABILIDADE

Conversaremos sobre as propostas para permitir inovação ampliando o negócio, aprimorando os processos e garantindo maior segurança para o futuro da gestão dos benefícios e do patrimônio. Além disso, apresentaremos e avaliaremos as melhores práticas de governança das EFPCs e o controle exigido pela legislação.

Temas que serão abordados:

• Governança das EFPCs: “estado da arte”, legislação e futuro
• Controle e legislação: quais as perspectivas no horizonte? A inovação sob a atual legislação – há mudanças necessárias?
• A governança e o controle: pilares para a gestão, credibilidade e segurança como diferencial
• Como trabalhar a credibilidade de uma marca no longo prazo?

Esperamos você no principal evento de Previdência Complementar da Região Sul. Inscreva-se!

Ver mais